A pedagoga Luciana Amadei de Souza Fonseca, de 44 anos, foi uma das alunas que apostaram no crescimento e na qualidade educacional da FAPI. Integrante da primeira turma do curso de Pedagogia, aberto em 2003, Luciana confiou na então recém fundada Faculdade de Pindamonhangaba e se diz satisfeita com a formação.
“Antes de optar por fazer Pedagogia, cheguei a cursar outras graduações, mas nunca conclui nenhuma. Me casei, tive filhos e optei por fazer Magistério, com isso passei a dar aulas na Rede Municipal de Ensino. Em 2003, a FAPI abriu a primeira turma do curso de Pedagogia e decidi me inscrever. Fiquei um pouco receosa por ser a primeira turma, e consequentemente o curso não ser reconhecido pelo MEC, mas decidi que não ia desistir e acreditei no sucesso da faculdade”, relembra Luciana, que hoje é concursada da Rede Municipal.
Foram quatro anos de faculdade, e segundo a pedagoga, muitos colegas desistiram pelo caminho. “Me lembro que no início das aulas existiam duas salas cheias de alunos de Pedagogia e no final poucos se formaram. Eu particularmente gostei muito do curso, o ambiente da faculdade era bem tranquilo e tenho orgulho de poder dizer que vi a faculdade crescer”.
Após concluir a graduação, Luciana continuou a dar aulas e no final do ano passado, participou de um processo seletivo para ser gestora de escola. “É um processo interno da Rede Municipal, onde primeiro você precisa passar por uma prova escrita e em seguida acontece uma votação com os melhores colocados desta prova. Fiquei feliz por ter sido bem votada e hoje sou Gestora de Unidade”, explica a professora, que trabalha nas escolas: Remefi Profª. Maria Aparecida Camargo de Souza, no Ribeirão Grande e na Remefi Dona Minica, na Cruz Pequena.
Luciana concluiu a graduação em 2006 e nesta semana esteve visitando as instalações da FAPI. “Estou impressionada em ver como a faculdade cresceu rapidamente e espero que a partir de agora as pessoas possam valorizar mais a faculdade que temos em nossa cidade”.
“Ser professora é muito gratificante, mas também um trabalho de formiguinha. É preciso ter vocação para ensinar e aceitar o desafio de transformar um local pela educação”, finaliza.


